PÍTIA

Fevereiro 17 2008

 

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publicado por so12 às 21:19

Podias traduzir? A sério, traduzes?
Transbordices a 18 de Fevereiro de 2008 às 22:18

Pois não traduzo não senhor! Ora essa, não sou assim tão explícita... heheheheheh, volta sempre!
so12 a 21 de Fevereiro de 2008 às 21:30

que razões levam as pessoas a não ser explícitas? Quanto a mim:
1) terem vergonha, insegurança
2) não estarem muito confiantes ou convictas
3) estarem a planear algum atentado

Tens vergonha? É algum disparate? És uma bombista suicida ou vais roubar algum banco?

cumprimentos,



Transbordices a 21 de Fevereiro de 2008 às 22:25

Olá. A razão de não traduzir é simples. eu não me levo assim tão a sério... nem vergonhas nem inseguranças, disparates ou bombas. Apenas não me levo tão a peito. Isto é apenas um blog...
so12 a 22 de Fevereiro de 2008 às 14:47

Então a minha amiga nega-me a compreensão da sua mensagem, recusando-me o privilégio de me facultar uma insignificante tradução... Não gosto disso. Abomino isso.

pois eu minha amiga procuro sempre levar-me a sério. E sabe porquê? Porque se eu não me levar a sério estou automáticamente a ceder aos outros o direito de não me levarem também a sério. E eu gosto de ser levado a sério, porque não gosto de ser tratado como um badamerdas. Não gosto de ser o alvo da desconsideração. Desse modo, se pensa assim, não me admiraria muito que façam de si o alvo da chacota e que ande por aí a ser espezinhada. Por mim, não me levarem a sério é uma ofensa, e acredite que se o fazem é pelos cantos, à surra, nunca pela frente.

Dou-te razão, isto é só um blogue, mas não posso aceitar uma recusa directa ao esclarecimento - não andamos aqui a enganar ninguém não é?

Parece-me que não sou bem vindo aqui,
Transbordices a 22 de Fevereiro de 2008 às 19:04

Caro amigo, creio que se excedeu na arrogância e no estilo. Já o tinha vindo a notar, agora confirmou-o. Se seu desconsiderada e espezinhada o problema é meu, como deve compreender. Posso até gostar, já se perguntou? Agora não tem o direito de vir para aqui com esse tipo de verborreia, isso não. Não sei se reparou que deixei de ir ao seu blog e por alguma razão foi... Aqui não discuto filosofia, psicologia ou Ciências da Educação. Aqui faço o que eu quiser e não e armo ao pingarelho. E já lhe estou a dar explicações demais...Fique bem, este blog é MEU!
so12 a 23 de Fevereiro de 2008 às 14:13

Amiga so12

Sei que és mulher valente e de muita fibra. Não tens necessidade alguma que tomem as tuas dores e que te defendam. És capaz de fazê-lo a contento. Mas precisamente por isso é que eu me arrogo o direito de vir aqui dar-te o meu abraço e manifestar a minha solidariedade. Cada um tem direito a colocar o que quiser no seu blog, a brincar com o que quiser e a levar-se a sério ou não naquilo que diz. Assim se observem as regras da educação e da convivência saudável, seja na blogosfera ou fora dela. Reconheço-me na ideia de não me levar demasiado a sério. Os cemitérios estão cheios de quem se leva muito a sério. Uma coisa é na relação com os outros e na vida profissional, fazermos as coisas com total seriedade. Outra, é acharmos que tudo gira à nossa volta, que todos nos devem favores e ninguém nos paga, de encararmos como uma afronta se alguém segue a sua vida, feliz e contente, apesar da nossa existência. Acho muita lata e pobreza de espírito alguém vir aqui achando que pode exigir seja o que for, utilizar linguagem imprópria e proferir insultos. É como ir a casa de alguém invectivá-lo porque não gosta da decoração ou da arrumação das coisas quando olha do lado de fora da janela. Irrita-me solenemente os kobazinhos (era este o nickname do Estaline) deste mundo à procura de um pretexto para revelarem a sua verdadeira natureza mesquinha. Nem se apercebem que são os que não se levam demasiado a sério, mas que são sérios (insisto) que, provavelmente, e sem fazer alarde disso, sabem muito mais do que alguns eruditos de pacotilha sobre assuntos muito sérios. Não se apercebem que são aqueles que insultam que criam a ilusão de uma audiência pela simples razão que dão atenção e brincam (sem achincalhar). Chega. Fiquei enojado com o episódio. Amiga, penso enviar-te como possível post, as instruções da minha máquina de lavar em grego. Pode ser? Afinal de contas nunca se sabe se alguém da blogosfera poderá precisar delas (sobretudo se for grego).

Do teu companheiro blogosférico Artur, Calembur pois atão!
Artur Calembur a 25 de Fevereiro de 2008 às 16:28

Artur: Muito obrigada pela tua passagem por aqui. Eu até nem me teria debruçado tanto (por escrito) pelo assunto, pois estas coisas são mesmo uma pessoa ir a casa de outra e desatar num berreiro porque tem os móveis amarelos em vez de azuis sem sequer ter limpo os pés na entrada! Mas como tu também és amigo de teu amigo blogger, cá vieste e muito te agradeço a intervenção, sobretudo no que toca às instruções em grego! Nunca se sabe quem irá precisar disso, de chá, ou água de rosas! Ufaaaa.
Uma boa noite para ti, sei que vai bom tempo em Jerusalém, eh pá! Podias mandar uns escritos daí também, lembrei-me agora. Nem só de tâmaras vive o homem, neste caso a so12. Volta sempre, és bem vindo!
so12 a 25 de Fevereiro de 2008 às 21:12

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